sábado, maio 31

Pontos de vista...


Apresento-Vos Mr. Shivinde Mohan Singh para os amigos Shivi Singh (o que não é o meu caso que eu não me dou assim com qualquer um) ... Este que aqui se apresenta é o homem forte do sector da saúde privada na Índia, pobre pobre ... e também daqueles que deve ter um ou mais aposentos onde dispõem as várias mulheres... e era este exactamente o meu tema... sendo que pareceu-me adequadíssimo usar a figura para dar a conhecer uma teoria que elaborei faz tempo.

À partida o conceito de harém provoca na nossa cultura uma espécie de abnegação, mas eu, sem concordar com a ideia, gosto de me por no lugar dos outros... então não ficarão as senhoras em causa a esfregar as mãozinhas de contentes quando aparece mais uma... "Porreiro pah... Mais uma para dividir o castigo". Sim, porque isto deve ser sofrimento aplicado, punição mesmo... antes a morte que tal sorte... Já do ponto de vista dos tipos, devem viver no auge da sua masculinidade, devem partir de um errado pressuposto de prestação de vassalagem e vivem (in)felizes para sempre... parece-me que não devo andar muito longe da realidade...

3 comentários:

Major Alvega disse...

Eu nem gosto de monhés ...

Aquele ar rubicundo e oportunista, quando nao estão enfiados nas "malgas" de caril ... a gotejar pelo queixo, enquanto dedinhos igualmente "recicláveis" empurram mais um pedaço de nao sei o quê nauseabundo pela boca abaixo, levam-me a conjecturar porque nao fazem testes Termobáricos na Rua do Bem Formoso.

Por isso recuso-me a falar de gente que adora vacas e que vive segundo uma sociedade de castas, que fariam do Apartheid um modelo de tolerância racial.

Assim sendo ... falemos dos Árabes, igualmente conhecidos pela sua ... er ... "monogamia complacente"

Antes porém, e ainda relativamente a essa figura de topo, enaltecida desde o tempo em que os Cavaleiros eram servidos à guisa de Happy Meal a toda e qualquer Lagartixa vitaminada (vulgo Dragão), essa "Prima Donna" da abnegação, esse marco incontornável de perfeição Divina: A Mulher!! reza a lenda que ...


Deus, após criar o Homem, retirou-lhe a proverbial costela para com ela fazer ... algo ... e demorando-se em conjecturas, eis que chega um canídeo, atraído pela suculenta visão de perfeição e ZÁS! abocanha a costela e Foge!

Deus corre atrás do cão ... !
O cão corre com a costela na boca ...!
Deus corre atrás do cão ...!
O cão foge, cada vez mais rápido ...!
Deus farta-se daquele rame rame, alça um voo e agarra o cão pela cauda.

O cão puxa ... Deus puxa ... o cão puxa ... e Deus ... ZUMBA! arranca a cauda ao cão, que foge a uivar ... se de vitória ou se de dor ...

Entretanto Deus ... contemplando a costela já meio devorada na boca do cão, olha para a cauda ... desfiada ... pelada ... ecrostada ... e pensa:

Bom! Também para o que é ... SERVE!


Ora então, os Árabes, que ficaram com esta lenda no goto, levaram a coisa muito a peito e daí que criaram o estigma da mulher como sendo feita com-os-restos-que-nosso-senhor-lá-tinha ... resolveram remediar a coisa e daí organizaram tudo geometricamente (sempre foram mto dados à matemáticazinha).

Então ... só uma mulher nao podia ser porque é um ponto .. e um ponto ... né nada!!!

Duas mulheres, epa! Nem pensar, dois pontos é uma linha ... ora puxa para um lado ora puxa para o outro e um Homem tem de intervir à chinelada para acabar com aquelas momices.

Três mulheres ainda é pior. Três pontos é um triângulo cada uma a puxar para o seu lado e lá se ia o sossego de um "gajo" que anda a trabalhar para sustentar a família e precisa de sossego.

A solução está nas Quatro .... o quadrado, o equilíbrio, organizam se duas a duas, e mais que nao seja porque quatro com um Burro é que andam bem (dizem na minha terra) passou a ser decreto, com direito a constar do Al-Qur'ãn e tudo, que o numero máximo de esposas poderia estender-se até quatro.

Ora, a questão do Harém, pode ser vista sob várias perspectivas, claro, sendo elas a do simples e celebérrimo "Hupa-lá-lá Hupa-lá-lá", ou do ponto de vista abnegado em que o cavalheiro recolhe um sem numero de sem abrigo, ainda também um conceito exagerado de "Damas-de-Honor" para a esposa e filhas, ou por fim, a necessidade imperiosa de dividir o mal pelas aldeias, tal como foi alvitrado pelo estado-maior.

Contudo, o exagero do número que faz passar das quatro esposinhas para as centenas de "filé-mignon" tem no fundo uma justificação prática:

Se quatro dão sossego, quatrocentas mais sossego dão ... e hoje em dia, como toda a mulher trabalha ... fácilmente se passa do óbulozinho para o .. Milhão.

Viva a economia de mercado !!
Viva a emancipação do Serralho !!
Concubina é fixe! A legítima que se Lixe!

Espertalhões estes Árabes, Olhe, lá se a moda pega!! Hem???

Pessoalmente, considero o Harém, uma Espada de Dâmocles ... imaginem só a maratona que é todas as noites só para dizer ... Boa Noite querida! Beijinho Amor ! ... a quase mil alminhas??? Então e os pequenos almoços na cama? ui ui ... e na cama ... de qual? e as datas dos aniversários ... delas, das sogras ... ui ui ui ! Ainda para mais essa ... se uma sogra é dose ... imaginem lá milhentas !!!


Além do mais, sou muito tímido ... detesto público!



Monogâmicamente

M.A

Eduarda disse...

As suas citações são sempre taoooo dignas... imagine agora um desses monhes que fala e que se dedique a pratica da religiao muculmana...uma dor de alma para as senhoras... não será que o tal do caril e as comidas altamente temperadas, que resultam em odores corporais tao pouco convinientes, terem sido propositadamente pensadas para manter afastados os seres?? nunca tinha pensado nisso...é bem capaz é...

Cristiana disse...

Carissimos estão a esquecer-se de um ponto, importante ... o cheiro pode ser desagradavél mas com tanta alminha é fundamental que exista! Isto é mais ou menos como os cães ... reconhecem o "dono" através de uma simples snifadela, com estas alminhas deve ser a mesma coisa... Quanto mais refinado e doloroso for o aroma mais estigmatizado estará, só para não haver confusões com o vizinho!